OBSERVAÇÕES
Publicado em 07 de Fevereiro de 2018 Comentários

Uma campanha nas redes sociais defende que “Não vamos reeleger ninguém”, porque o país precisa de uma reforma profunda na política e na administração pública. Ainda bem que o país está se descolando da política, o que acontece de bom é fruto do esforço da população, porque não existe um programa consistente de governo, até porque os dois últimos presidentes tiveram suas agendas tomadas somente para se defenderem das denúncias de corrupção.

A reforma previdenciária é necessária, e, mais necessário ainda é estancar a sangria que dos gastos com o Congresso. Só a Câmara dos Deputados consome perto de R$ 5 bilhões por ano, o Senado outro tanto. O Fundo Partidário custa anualmente ao brasileiro quase R$ 1 bilhão. Recentemente, na votação da verba do orçamento para 2018, os deputados federais, capitaneados pelo deputado Vicente Cândido, do PT de São Paulo, um dos mentores, criaram o tal Fundo de Financiamento da Democracia, que vai custar aos brasileiros mais R$ 1,6 bilhões, fora os mais de R$ 50 milhões que o TSE arrecada em multas de partidos e políticos, e que depois redistribui aos partidos. Gastos absurdos, indecentes e imorais.

Além de carros, assessores, passagens aéreas, altos salários, aposentadorias especiais, fórum privilegiado, a maioria ainda – é a grande maioria mesmo, desvia verbas públicas. Trabalham apenas de terça a quinta-feira, quando vem aquele “papo” de que viajaram para suas bases. E é nessa ótica que políticos do Congresso, quando têm problemas de saúde, buscam o hospital mais “top” do país, o Sírio e Libanês. O SUS é só para os vassalos. É muita covardia.

O governo vai descontar no salário do trabalhador o rombo que criaram com a ineficiência, irresponsabilidade e improbidade administrativa. Reduziram a proposta do salário mínimo para 2018, de R$ 979,00 para R$ 969,00. Atualmente, o mínimo está em R$ 937, e com a decisão de conceder um reajuste R$ 10 menor ao salário, o governo diz que economizará cerca de R$ 3 bilhões em gastos em 2018. Porque então não cortam as despesas com os fundos partidários, improbidades, etc?.

Quem fabricou o direitista Bolsonaro, uma incógnita que ninguém sabe onde pode jogar o país, foram as esquerdas com suas práticas politicas corruptas, etc. Quem fabricou Temer foi Lula e Dilma. Lula indicou Temer como vice de Dilma, que ficaram juntos e felizes por seis anos, até o que o “impeachment” os separou.
Nem Bolsonaro, nem Lula, esse embate representa a velha forma de fazer política, o país precisa de novas lideranças, competentes, eficientes, de visão estratégica, científica, tecnológica e de futuro/presente. Precisamos de políticas inovadoras, de um país que cresça como a China cresce há várias décadas, 11% ao ano. Pesquisas eleitorais tendenciosas só servem para enganar o eleitorado.

Recentemente a população de Belo Horizonte recebeu os 30 primeiros ônibus com ar condicionado. De acordo com o prefeito Elias Kalil, para 2018 está previsto mais 500 novos ônibus circulando com o equipamento, trazendo conforto aos usuários. Enquanto isso, na calorenta Governador Valadares, que tem uma única empresa, essa possibilidade foi descartada. Já foi informado que a nova frota de ônibus da cidade, nos parece que 20, estão bem sinalizados, e que poluem menos a atmosfera, mas não estão equipados com o ar refrigerado. Não poluir é missão.

O ministro Gilmar Mendes é obra (indicação) de FHC; o ministro Marco Aurélio de Mello, de seu primo de Fernando Collor; Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, de Lula.

Não temos procuração para defender Michel Temer, até porque são todos iguais em suas práticas políticas. Mas a oposição acusa o presidente Michel de comprar votos durante o processo de impeachment,. de comprar deputados com emendas parlamentares para se safar das duas denúncias da PGR, no entanto, a oposição hoje, quando governo, também foi acusada de fazer o mesmo. Sarney para aumentar um ano em seu governo, Fernando Henrique Cardoso (FHC) para ter direito a ser reeleito para outro mandato, e que Lula teria até montado um QG em um hotel de Brasília para negociar votos para Dilma durante o processo do impeachment.

Por Crisolino Filho /b>

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