ALGUNS COMENTÁRIOS
Publicado em 06 de outubro de 2017 Comentários

Por um Brasil rico e desenvolvido; tolerância zero para o atraso e a corrupção.

A nação brasileira deveria passar a trabalhar de forma mais efetiva, o conceito de povo politicamente organizado, e usar o consciente coletivo nos moldes que as populações das nações mais desenvolvidas fazem. Poderíamos fazer o mesmo que a Coréia do Sul, que saiu da condição de uma pobre nação asiática para um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo, com destaque para a tecnologia. Os coreanos enriqueceram num período de 30 anos, tempo relativamente curto em se tratando da história de um país. O segredo do sucesso? Investimento pesado em educação.

Nosso consciente coletivo poderia trabalhar ainda a idéia, por exemplo, de nos tornarmos os Estados Unidos da América do Sul, lógico que, com a nossa cultura e tradições. O exemplo americano se apoiaria apenas na riqueza e no desenvolvimento tecnológico daquele gigante mundial. No interior de cada sala de aula, no alto de um guindaste, nos ônibus, caminhões, nas grandes obras, em frente às casas, em todo lugar, deveria ter sempre uma bandeirinha do Brasil figurando.

A “reforma dos políticos” fez com nos últimos dias eles trabalhassem em regime de urgência. Trabalharam rapidinho, até de madrugada, mas a grande jogada deles foi mesmo a aprovação do covarde “Fundo de Financiamento da Democracia” (kkkkkkk), onde vão sacar R$ 1,7 bilhão do erário público para promoverem campanhas políticas. Esse dinheiro poderia salvar muita gente em filas de hospitais, financiar programas estudantis para jovens carentes, melhorar remuneração dos professores, aplicar na preservação do meio ambiente, o que traria muito mais resultado para o país.

Da mesma forma, quando foi para tentar salvar o senador Aécio Neves das enrascadas em se meteu, o Senado foi rápido no gatilho, agiu como uma águia, no entanto, quando se trata de projetos de interesse da sociedade, costumam ficar 10, 20 30 anos dormitando naquela Casa sem solução, em prejuízo de toda população.

Andam falando que a mídia quer criminalizar a política, o que não é verdade. A mídia não quer e nunca quis fazer isso com a boa política (aquela baseada nos princípios de Kant, Rousseau, Montesquieu, Max Weber, etc.), no entanto, essa política em que os partidos mais se parecem com “orcs”, essa sim, deve ser erradicada, extirpada.

As entidades que representam o futebol brasileiro vem criando resistência em implantar a arbitragem eletrônica para decidir faltas, impedimentos e até gols, o pode diminuir os erros de quem apita. Isso já é aplicado no volêi, onde se decide questões duvidosas num processo chamado de desafio. Recentemente o jogador Jô, do Corintians, fez um gol de mão e garantiu a vitória de seu time. O árbitro confirmou o lance. A aceitação de um gol ilegal reflete no torcedor que, mesmo sabendo do erro, tem de aceitar o fato, porque resistem em implantar o replay tecnológico.

A BR-101, que corta o Espírito Santo de norte a sul, e a BR-40, Brasília-Juiz de Fora, foram concedidas à iniciativa privada, para serem administradas por empresas do setor. Recentemente as empresas decidiram devolvê-las ao governo, não querem mais o negócio. Pela concessão, essas empresas deveriam duplicar cada uma das estradas num período de cinco anos. Mas pouca coisa foi duplicada, possivelmente nem 1/10 (um, décimo). No entanto, nesse período cobraram pedágio, já que a primeira coisa que fizeram foi construir as praças de cobrança. A atitude das empresas coincide também com as denúncias contra empreiteiras na Operação Lava Jato.

Enquanto a “reforma dos políticos” decidiu tungar em R$ 1,6 bilhões para promover sua campanhas políticas, a capital de Rondônia, Porto Velho, tem 3% (três por cento) coleta de rede de esgoto, que corre a céu aberto. Universalização do saneamento básico, deve estar acima das vaidades, porque é coisa séria.

Já passou da hora do legisladore transformar depredação do patrimônio público em crime hediondo. Mesmo aqueles oriundos de bebedeiras. O sujeito enche a cara, bate com seu carro num equipamento público, e não responde financeiramente pela destruição causada. A PM tem de agir com mais rigor contra esses depredadores.

por Crisolino Filho

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