OBSERVAÇÕES
Publicado em 18 de setembro de 2017 Comentários

Por um Brasil rico e desenvolvido; tolerância zero para o atraso, a mentira e corrupção.

Com tantas malas de dinheiro circulando nos país, e com a proposta política para criar tal Fundo Especial para Financiamento da Democracia (kkk…kkk…kkk…) que propõe tirar do orçamento federal R$ 3,6 bilhões, para financiar campanhas políticas, chega-se a conclusão definitiva de que a corrupção é a responsável por aquela velha frase histórica de que os governos não tem dinheiro para pagar bem um professor, oferecer serviços de saúde de qualidade, duplicar estradas em tempo hábil, proteger o meio ambiente e desenvolver outros programas sociais.

Alguns próceres do Congresso andam dizendo que a imprensa está tentando criminalizar a política, o que não é verdade. Quem faz isso são eles mesmos, que andam “aprontando” coisas do “arco da velha política”, o que no mínimo pode terminar em BO ou se transformar em notícia de página policial.

Três grandes juízes federais estão se destacando e contribuindo com a profunda mudança histórica que está ocorrendo no país: Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba; Vallisney Souza de Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal; e Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, do Rio de Janeiro. Já acusaram esses mestres do direito até de prejudicar a economia brasileira. Mas quem anda prejudicando e decepcionando a população não são bem eles, muito pelo contrário.

Quem vive de passado é museu. Provavelmente o Brasil é o país do mundo que mais tem sindicatos, são mais de 11 mil, enquanto nos EUA, o país mais industrializado não passa de 200. Aqui muitas dessas entidades se tornam braços de partidos políticos, em algumas manifestações políticas se transformam em praça de guerra, muitos integrantes se tornam profissionais do “negócio” e algumas propostas e discursos lembram o que acontecia no século 19, início ou meados do século 20. Aliás, tem sindicalista que fica como dirigente no cargo por 10, 20 ou até mesmo 30 anos, e se uma determinada corrente perde uma eleição, não aceita, vai para a justiça. Pelo interesse, deve ser “divino” dirigir uma entidade dessas.

No Brasil ainda permanece a cultura de que, depois que um larápio arromba a porta é que se coloca o cadeado. Permanece ainda a cultura da falta de manutenção permanente de máquinas, equipamentos, de prédios e casas. O recente triste caso do naufrágio de duas barcas em território brasileiro é um exemplo cabal disso. Um acidente ocorreu na Bahia, entre a Ilha de Itaparica e a capital baiana Salvador, deixando 22 mortos. O outro ocorreu próximo à localidade de Porto de Moz, no Sudoeste do estado do Pará, onde 21 pessoas morreram afogadas. Entre um destino e outro, num mesmo país, são aproximadamente dois mil quilômetros em linha reta.

O barco no estado do Pará estava em condições irregulares, já o do estado da Bahia, apesar de estar com a “documentação em dia”, era um barco velho, recomposto, modificado e adaptado. Nos dois casos faltou eficiência dos órgãos fiscalizadores. Depois das tragédias, como sempre, é que vêm as explicações e justificativas.

Em Governador Valadares temos um caso emblemático, os canais dos córregos que cortam vários bairros da cidade. Sem nenhuma proteção lateral – o ideal seria os GUARD-RAILS, é um risco de acidente constante, um perigo iminente para os motoristas. O canal da Avenida Veneza, que vai da rotatória do Altinópolis, próximo a um supermercado e um grande hospital, até a Praça da Waldinelly e que segue depois até o bairro São Pedro já foi palco de muitos acidentes com vítimas fatais. Como é alto e cimentado, quando algum veículo cai lá dentro o estrago pode ser irremediável.

Como nas exigências de segurança feitas para prédios, de colocar corrimãos ao lado das escadas para proteger condôminos e visitantes, aqueles canais também precisam de proteções laterais na parte central das pistas, para dar maior segurança aos motoristas.

Por Crisolino Filho

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